IBDU anuncia data e tema do sexto webinário IBDU – América Latina

Em novembro, trazemos nosso sexto webinário da série IBDU – América Latina, desta vez pondo em discussão tema “Políticas urbanas, crise sociopolítica e movimento constituinte no Chile”. Para melhor debater o assunto convidamos Isabel Brain e Alejandra Rassa Figueroa.

Isabel é socióloga da UC, candidata a PhD em Planejamento Urbano na University College of London, mestre em Administração Pública pela Harvard University (2013) e em Filosofia pela University of Chile (2011). Foi co fundadora e dirigente do Programa ProUrbana do Centro de Políticas Públicas da UC e do Centro de Pesquisas Sociais da Fundação TECHO. Já trabalhou como consultora, assessora e pesquisadora independente para agências internacionais como GDN, BID, UN-ECLAC, Banco Mundial, UN-Habitat e Lincoln Institute of Land Policy, entre outras.

Alejandra também é socióloga, mestre em Sociologia, doutora em Arquitetura e Urbanismo, professora associada ordinária da Escola de Serviço Social da Pontificia Universidad Católica de Chile. É pesquisadora do Centro CEDEUS de Desenvolvimento Urbano Sustentável, NUMAAP Núcleo Milenio Autoridade e Assimetrias de Energia e Centro COES de Estudos de Conflitos e Coesão Social, tendo como linhas de pesquisa as desigualdades territoriais, segregação residencial, pobreza urbana e política habitacional.

A mediação da conversa será feita por nossa coordenadora de relações internacionais, Letícia Osório, e por Edesio Fernandes, associado do IBDU e membro da DPU Associates e do Lincoln Institute of Land Policy.

Para participar deste evento basta enviar um e-mail para contato@ibdu.org.br e no dia do webinário enviaremos o link para o Zoom.

O IBDU e a Articulação Por Direitos na Pandemia divulgam notas sobre a situação no Amapá

O IBDU e a Articulação Por Direitos na Pandemia divulgaram hoje (06/11) notas sobre a situação de calamidade que está ocorrendo com o blackout no Amapá, cobrando atitudes das autoridades competentes e prestando solidariedade às famílias amapaenses.

As notas ressaltam como a situação afetou a vida no estado, impossibilitando o fornecimento de diversos serviços essenciais, tais como comunicação, conservação e abastecimento de remédios e alimentos, fornecimento de água, combustíveis, serviços bancários, etc.

Elas também pontuam que a situação configura uma violação do direito à cidade e como potencializa o risco de contaminação pelo coronavírus, vide que a restrição de recursos, além do fato de estar ocorrendo um aumento nos casos na localidade.

Assim, é exigida uma solução urgente por parte dos governos estadual e federal, em especial no atendimento à população vulnerável residente em domicílios precários nas periferias.

Para ler a nota do IBDU, clique AQUI.

Leia a nota completa da Articulação abaixo:

“A Articulação por Direitos na Pandemia vem por meio desta nota expressar sua profunda preocupação e solidariedade com as famílias amapaenses, que estão passando por um momento de calamidade e extremo descaso do poder público na garantia de seus direitos mais básicos. O estado do Amapá registra mais de 57 horas sem energia elétrica em 13 de seus 16 municípios, trazendo graves impactos no fornecimento de suprimentos básicos como água, alimentos, internet e todas as demandas que são supridas com eletricidade.

Nos preocupa principalmente o grande risco de contaminação pela COVID-19 que esta situação impõe. A pandemia ainda não acabou e milhares de famílias pobres estão desamparadas pelo estado, sofrendo com a falta de água e de comida, precisando tirar dinheiro de onde não têm para comprar carros-pipa, buscar água em baldes e formando filas nos estabelecimentos para abastecerem suas casas. Não existem redundâncias para cobrir as falhas no sistema elétrico, resultado de um incêndio em uma subestação de energia da capital, que ocasionou o apagão e ainda não há previsões para uma solução definitiva.

Reforçamos a pressão ao Governo do Estado do Amapá, aos governos municipais e principalmente ao Governo Federal para destinarem recursos para a garantia da segurança das famílias do estado, principalmente as que vivem em territórios periféricos e descentralizados, e que sofrem com a situação de pobreza. É inaceitável que famílias pobres sejam abandonadas neste momento.”

Articulação Recife de luta Lança Plataforma de Propostas

No dia 05/11, a Articulação Recife de Luta lançou uma Plataforma de Propostas para um Recife de Luta, por meio de uma live. Esta plataforma, construída a partir das experiências da Articulação e recolhimento de demandas da população, traz propostas aos candidatos que estão concorrendo às eleições deste ano para que Recife supere as desigualdades e solucione problemas urgentes.

A cartilha traz as propostas separadas nos seguintes eixos: habitação, planejamento urbano e gestão democrática, meio ambiente e saneamento e mobilidade e transporte. Estes eixos são apresentados de maneiras bastante didática, por meio de infográficos, que incluem informações sobre ZEIS, a participação popular na feitura de Planos Diretores, a preservação ambiental pensando em uma perspectiva social, acesso à água e esgoto e melhoria do transporte público.

Você pode encontrar a cartilha completa para ler e compartilhar com seus candidatos AQUI.